Eu só respiro na ausência das palavras.
Quando eu grito, e nada se move,
Aí então é que eu falo.
Eu só choro quando não há ninguém por perto.
Quando, num rasgo de dor, nenhuma alma se comove.
Daí então é que eu choro.
Quando eu escrevo
E não recebo respostas,
Eu canto meus poemas.
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